Bem Vindo!

Olá, seja Bem vindo ao Yôga em Santos!

Este site visa divulgar aulas de SwáSthya Yôga na cidade de Santos/SP.
No site
http://www.uni-yoga.org/, você pode fazer downloads gratuitos de livros e cds. Aproveite e conheça um pouco mais sobre o SwáSthya Yôga, o Yôga Antigo.

Entre em contato por email e adicione o msn da Escola : yogaemsantos@yogaemsantos.com.br

Blog do DeRose

Todos os dias, o Mestre DeRose, codificador do SwáSthya Yôga, escreve sobre variados temas, no blog abaixo.
Vale à pena conhecer!
www.uni-yoga.org/blogdoderose

Exortação

A todos os que praticam ou estudam yôga,
Sinceros e com a alma
pura, convocamos para
Participar do nosso trabalho de união.

A todos quantos estão mais preocupados
Em construir do que criticar,
conclamamos para que se unam
E possam espargir nossa mensagem de
integração

A todos aqueles que não estão interessados em evidenciar
o que existe de errado no Ser Humano, mas sim em cultivar o que existe de certo
e bom, chamamos para que nos dêem as mãos e possamos todos juntos perpetuar as
tradições ancestrais que nos foram transmitidas pelos Antigos.

A todos os que não querem perder tempo discutindo, mas ao invés, anseiam aplicar
esse tempo em encontrar o verdadeiro yôga que existe em cada coisa ou pessoa; a
todos esses que querem a melhoria do Homem e sua confraternização cheia de
afeto; a todos quanto aspiram por uma comunidade yôgi onde a hostilidade e a
competição ficaram fora; a todos esses nós abrimos nossos corações, estendemos
nossos braços e lhes osculamos como a verdadeiros
irmãos.

DeRose


Sábado, 4 de Julho de 2009

Festa Junina com a galera do Yôga

Dia 03 de julho, nossos alunos foram na Festa Junina organizada pela Unidade Alphaville.



Tinha forró, cadeia, quadrilha...

Quentão sem álcool, doces deliciosos, comidas típicas juninas vegetarianas, e muita gente bonita!













Fogueira...





Com participação especial do Mestre DeRose, "casando" a galera


E esta foto linda do nosso querido Mestre, é obra de arte da aluna Stella Furlan, a fotógrafa da noite.


















Fotos do Gourmet Vegetariano - Dia 27/06/09 - Jantar Japonês - E sem peixe!



No dia 27/06, aqui na Unidade Santos, foi dia de uma deliciosa atividade cultural oferecida pela escola. Primeiro, um grupo de mantras, logo após, um yôgacine. E em seguida nosso jantar japonês vegetariano. O "Japa Vegan". Com agradecimentos especiais às nossas super alunas Babi Tomimatsu e Gege (do Dig), que ajudaram a nossa Equipe a tornar este jantar possível.

O intuito das atividades culturais, é juntar os alunos, que se tornam cada vez mais amigos.

Tiramos fotos bem engraçadas...

E agora você já sabe heim! Todos os meses, teremos um gourmet vegetariano especial. Com cineminha antes na nossa sala de projeção.

Agende-se! E aproveite...

Abaixo algumas fotos de momentos que marcaram o jantar...


E com vocês! Nosso "Daniel San", rs. O Thaion querido, que estava incrível com esta roupa oriental...

As meninas, Babi, nossa "sushi girl", e Stella Furlan



A sala de prática lotou...



Hummm, temakis variados, todos sem peixe... para provar que comida japonesa vegetariana também é muito boa e saborosa...







O Jeff, aprendendo a fazer sushis variados








Amigos queridos que vieram de São Paulo, só para o jantar. Marcel, Alê e Aninha





Nossas alunas, Fernanda e Nátaly, que trouxeram seus respectivos acompanhantes para esta degustação de sabores




Pedro e Lívia




Bia e Monique


Mayli, Léo, Andressa, Thiago, Júlia e Jeff



Lívia, Pedro, e Wíllian, nosso aluno que estava em São Paulo e voltou só para o jantar... (Acho que ele não se arrependeu...)


Super Babi e Stella. Estão de Parabéns... Só faltou foto da Gege, que passou a tarde toda ajudando a gente.



E a grande estrela da noite. O super gengibre em formato de gente. É lindo, não é??? Não tivemos coragem de fazer virar "chai", rs. Ficou de mascote enfeitando a nossa cozinha.

Terça-feira, 16 de Junho de 2009

Novos Horários da Unidade Santos


Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Sat chakra - Aula de mentalização - Maio 2009

Na última quarta-feira, dia 27 de maio, foi aniversário da Instrutora Thais Lopes, diretora do Espaço Cultural de Yôga Antigo.
E muitos alunos vieram participar.
Foi uma aula de mentalização especial.
Agradecemos a presença de todos.














Esta galera acima, participou do nosso último grupo de mantras, que também foi bem animado...


Participe sempre das Atividades Culturais oferecidas gratuitamente aos alunos da nossa Escola.
Desta forma você se diverte, faz novos amigos, e aprende bastante.
A cada dia, procure vivenciar o yôga plenamente em sua vida.
Estude mais, leia, evolua. Aprendendo a se conhecer mais. Tomando maior consciência da sua vida. Fazendo um auto-estudo.
Desta forma você melhorará a sua vida, e a vida das pessoas ao seu redor.
Equipe Espaço Cultural de Yôga Antigo
"A União fez de nós o que somos;
fará por nós o que nem imaginamos".
Educador DeRose









Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Fim de Tarde na Praia com alguns alunos

Ontem, dia 24/05, domingão, resolvemos tirar algumas fotos no fim de tarde, lá no píer.
Alguns alunos foram lá participar.
As fotos são dos nossos alunos e fotógrafos oficiais da escola. Guilherme Ribeiro e Ismael Peixoto do Estúdio Photolux.

A Turminha

Camila Lopes

Thais e Thaion Lopes



Instrutora Thais Lopes

Futura Instrutora Camila Lopes

Hermanos
Futuro Instrutor Thaion Lopes





Futura Instrutora Beatriz Barrientos

Futuro Instrutor Adelson Baracho




Futura Instrutora Stella Furlan



Lindos eles não??? A professora é corujaaaaa


Pupilas

Alê

É muito bom ver a evolução dos nossos alunos. A cada dia eles melhoram cada vez mais.

Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

O Yôga é bem diferente do que você pensa e muito mais interessante!


Extraído do livro, Programa do primeiro ano do Curso básico, 7°edição, Mestre DeRose.

O YÔGA É BEM DIFERENTE DO QUE VOCÊ PENSA.

E MUITO MAIS INTERESSANTE!

Tudo o que a maior parte das pessoas imagina que o Yôga seja, ele não é. Se você pedir a um amigo bem informado para escrever dez frases diferentes para definir e classificar o Yôga, é bem provável que em dez ele errasse... as dez! Mas não fique decepcionando: muitos praticantes de Yôga cometeriam erros semelhantes. Prepare-se para grandes revelações!

1) Yôga é uma palavra masculina.


Não se diz “a yóga’, como querem alguns dicionaristas brasileiros, Yôga é um termo masculino, pronuncia-se com ô fechado, escreve-se com Y e jamais com i. A esse respeito, leia os esclarecimentos no livro Tratado de Yôga, da academia das Ciências de Lisboa; o Dicionário Enciclopédico Verbo; e o Dicionário da Língua Portuguesa, da Porto Editora. Todos registram Yôga com y e no gênero masculino.
Quanto ao acento circunflexo, confirme a sua existência nos livros Aphorisms of yôga , de Srí Purôhit Swámi, editora Faber & Faber, de Londres; Léxico de filosofia Hindu, de kastberger, editora Kier, de Buenos Aires; e Poemas do Senhor (tradução do bhagavad gítá), de Vyása, editora Assírio e Alvim, de Lisboa, acento cuja presença é ratificada pela Encyclopedia Britannica.

2) O verdadeiro Yôga, de mais de 2.000 a.c., não era místico.


O misticismo constitui uma deturpação que começou a ocorrer cerca de 20 séculos depois do surgimento do Yôga e atingiu seu apogeu no período medieval. O desenvolvimento de chakras, despertamento de kundaliní, a aquisição de paranormalidades, bem como as percepções e estados de consciência superior que o Yôga de fato proporciona nada têm de sobrenatural. São fenômenos perfeitamente naturais, e estão ao alcance de qualquer pessoa que tenha disciplina.

3) O Yôga é Filosofia.


Embora produza efeitos expressivos sobre a saúde, o Yôga é classificado como filosofia e não como terapia como declaram alguns equívocos autores.
Os superlativos benefícios que o Yôga proporciona, devem-se ao fato de que o praticante está executando técnicas corporais inteligentes, treinando respiratórios, administrando o stress, superando o sedentarismo, aprendendo a alimentar-se melhor, a explorar seu potencial interior, etc.
Impressionante seria se, com isso tudo, a saúde, a energia e o auto-esculturamento não respondessem com um forte incremento. Mas não se deve procurar o Yôga quando se está doente e sim antes. Lembre-se: Faça Yôga antes que você precise.
Natação também é boa para a coluna e para asma, mas não é classificado com terapia e sim como esporte.

4) O Yôga energiza!


Não confunda reduzir stress com acalmar. Karatê também reduz o stress, mas não acalma. Nos textos antigos da Índia, o Yôga é associado com conceitos de força, poder e energia. Jamais com o de calma ou passividade. O que ocorre é que uma pessoa forte, em geral, tem um comportamento mais sereno, pois em sua força não precisa se autoconfirmar, como quem se sente ameaçado. O praticante de Yôga não deve ser calmo, mas sim, forte e dinâmico.

5) Existem 108 modalidades.


No Brasil, temos mais de 50 ramos. Nem todos os tipos de Yôga são bons. Alguns são autênticos, porem outros são falsos ou deturpados.
As modalidades de Yôga geralmente não são compatíveis entre si.
Quem pratica um Yôga não deve misturá-lo com outro. Deve-se buscar um com o qual se identifique mais e dedicar-se exclusivamente a esse, sem mesclas. É importante que você se dedique a um só caminho. Quem põe um pé em cada canoa não navega mais rápido: cai na água! Todos os caminhos levam a Roma, mas você só pode trilhar um de cada vez. Reflita bem. Está na hora de você decidir se é este caminho que você deseja trilhar.

6) O Yôga é estritamente prático.


Quando você executa as técnicas, isso é Yôga. Quando fala sobre elas, não é. Toda a teoria que colocamos nos nossos livros ou que outros autores puseram nos deles são apenas acervo de técnicas, orientação prática, regras, terminologia, comentários, histórico, opiniões pessoais etc. O Yôga é a pratica. A fundamentação teórica do Yôga chama-se Sámkhya. O Dicionário Aurélio confirma : Yôga é a pratica da filosofia Sámkhya. O estudo, os testes e exames são necessários para que você saiba o que está fazendo e faça da maneira correta.

7) O Yôga é dinâmico. É lindo. É forte


Se, eventualmente, alguém supuser que o Yôga antigo não possuía coreografias e que foi este autor que as introduziu, devemos corrigir o conceito(para que não se torne preconceito): o que fizemos foi resgatar uma estrutura antiga, que estava quase perdida.
Quer um exemplo? Súrya namaskára. Ele é considerado um dos mais antigos conjuntos de técnicas orgânicas do Yôga, que remonta aos tempos em que o homem primitivo cultuava o Sol. Pois o súrya namaskára, saudação ao sol, é o mais eloqüente exemplo da existência do que denominamos coreografia, no seio do Yôga ancestral.
O súrya namaskára é a única coreografia ainda existente no acervo que o Hatha Yôga herdou dos Yôgas pretéritos, uma vez que o Hatha é um Yôga moderno, surgido no século XI da era Cristã e perdeu quase toda a sua tradição iniciática.
Portanto, o que hoje chamamos coreografia, já existia e era uma pratica bem remota. Atualmente é pouco conhecida por estar praticamente extinta.
Quanto a parecer dança, não nos esqueçamos de que o criador do Yôga, Shiva, era um dançarino e foi imortalizado na mitologia com o titulo de Natarája (rei dos bailarinos).
Como complemento a esta explanação, assista ao DVD da companhia SwáSthya Yôga de Artes Cênicas.

8) O Yôga é para adultos jovens.


Não apenas cronologicamente, mas biologicamente jovem. Isso dá alguma esperança aos já mais maduros, pois, independentemente de idade, uma pessoa jovem pode estar menos apta que outra mais velha.
Contudo, errada é a concepção de que o Yôga possa servir para a terceira idade. Só se o praticante estiver em excelente forma física. Quem diz isso não é o Mestre DeRose. É o médico e Mestre de Yôga hindu, falecido há meio século, considerando a maior autoridade de Yôga da Índia, com mais de 300 livros escritos sobre o tema: “O melhor período para o Yôga Abhayasa ( a pratica do Yôga) é dos 20 aos 40 anos de idade” (livro Kundaliní Yôga, Mestre Sivánanda, editorial Kier, Buenos Aires,pág.81).

El Yoga exige plena vitalidad, energia, fuerza y fortaleza. Por tanto, El mejor, período para El yoga abhyasa es de los 20 a los 40 años de edad, quienes son fuertes y sanos pueden realizar prácticas yoguicas incluso después de los 50 años de edad.

Ele tinha cerca de 70 anos quando publicou isso. Portanto, não foi o DeRose quem introduziu esse critério. DeRose se notabilizou por ser fiel a tradição mais antiga, a qual é ignorada por grande parte do público. Por ignorar a verdadeira imagem e a verdadeira proposta do Yôga Antigo, alguns supõem que DeRose esteja introduzindo alguma novidade. É o contrario : ele está resgatando as propostas mais antigas, logo, mais autenticas do Yôga.
Um autentico Yôga Antigo é muito forte para pessoas idosas ou enfermas. Sua simplificação constituirá, na melhor das hipóteses, uma mutilação. E em alguns casos, uma enganação.
Não queremos declarar que as técnicas adaptadas venham a ser forçosamente desaconselháveis. Absolutamente. Dependendo da competência do instrutor, podem vir a ser benéficas. Só que nesse caso, precisamente definida, o samadhi, a qual não é proporcionada por tais programas simplificados. Enganação, então, consistirá em anunciar que as práticas são de Yôga quando, na verdade não o são.
Neste ponto é conveniente conhecermos a definição de Yôga mais aceita no mundo inteiro para designar qualquer tipo de Yôga:

Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.

Quando DeRose propôs essa definição, em 1960, ela custou a ser compreendida, pois fora divulgada somente no Brasil, onde, na época, os instrutores de Yôga tinham muita pouca cultura. A partir dos anos oitenta DeRose passou a dar cursos na Europa e na Índia divulgando nossa proposta nessas outras paragens. Aí ela foi rapidamente compreendida e aceita como a que conseguia dizer, com o menor número de palavras, o que era o Yôga genericamente, de forma a servir para qualquer ramo ou linha. Independentemente da definição geral, para todas as modalidades,cada tipo de Yôga possui a sua definição particular, relativa á sua especialidade.

9) Na Índia o Yôga é para homens.


No ocidente, as mulheres são muito bem aceitas, mas é preciso que saiba que, na Índia, em muitas escolas, só os homens praticam Yôga. Naquelas entidades, para cada cem praticantes, encontramos no máximo uma mulher indiana. Diversos ashrams simplesmente não as aceitam. “O Yôga é coisa para homens”, justificam eles. Você só encontra mais mulheres - e até dirigindo a escola! - em estabelecimentos de influencia Shakta, que são poucos.
No nosso caso, seguimos a tradição mais antiga, dravídica, que era matriarcal. Por isso, temos muitas mulheres integrando o corpo de praticantes, de instrutoras e de diretoras. As que costumam gostar mais do método são as mulheres dinâmicas e independentes, as empresárias, executivas, profissionais liberais, universitárias e desportistas.
Estes nove itens são apenas alguns dos elementos com os quais buscamos resgatar a verdadeira imagem do Yôga. Os instrutores de Yôga de século XX não gostariam nada disso, pois muito do que afirmamos prejudicou seus negócios. Entretanto, os professores do século XXI vão ficar bastante gratos por termos tido a coragem de combater a exploração comercial desta nobre filosofia, exploração essa que desvirtuava a verdadeira imagem do Yôga Antigo.
A medida que o tempo passava e a humanidade se aproximava do terceiro milênio, mais e mais portas nos eram abertas, até que chegamos a contar com a aprovação e o apoio de todos os segmentos da sociedade, desde a medicina até a Igreja, a imprensa, as universidades. Leia a esse respeito o capítulo A Historia do Yôga no Brasil, mais para o final deste livro. (O Programa do Curso Básico, do Mestre DeRose).

Foi graças a esse apoio que introduzimos o Curso de formação de instrutores de Yôga em praticamente todas as Universidades Federais, Estaduais e Católicas do Brasil. Até quem não simpatiza com a nossa filosofia é forçado a reconhecer que foi um efeito notável, o qual deve ser creditado não ao ego ou daquele, mas ao mérito do Yôga e dos yôgins como todo.


Ass.Comissão Editorial.


Leia mais sobre isso no livro "O Programa do curso básico" do Mestre DeRose

Aula na Praia agora aos Sábados

No dia 09/05/09, começaremos as aulas aos sábados, às 17h. Para alunos e amigos do Espaço Cultural de Yôga Antigo.

Será na Barraca de Praia da Associação dos Atletas Solidários, localizada no canal 6 com a praia. Em frente ao famoso coco do canal 6.

Teremos caixas de som e microfone para ministrar as aulas.

Traga uma canga ou toalha de praia e venha com roupas confortáveis.

Não é necessário confirmar sua presença.

Não haverá mais aulas aos domingos.

Participe!

É o Espaço Cultural de Yôga Antigo, pensando na sua comodidade e satisfação. Para melhor atendê-lo sempre.

Traga seus amigos.

Um abração.
















Festa de Inauguração da Unidade Santos - Dia 18/04/09 - Quem não veio... perdeu...

E a festa de inauguração da Unidade Santos, foi muito legal...

Tinha DJ, rolando um som na sala de prática...

Tinha projetor na sala 1, rolando clipes com músicas...

Tinha mesa com frutas... e doces...

Muitas flores e cores pela casa...

Um churrasco vegetariano, como nunca visto antes... rsrsrs com comidinhas bem gostosas e diferentes...

Pessoas alegres e sorridentes, que vieram de todos os lugares...


A Equipe querida de amigos da Unidade Itaim, de SP, compareceu...

Os alunos da Unidade Santana e a galera querida da Unidade Itu, que chegaram mais cedo para ajudar...
E olha que esta união toda só no SwáSthya Yôga mesmo heim... hehehe


Na porta da escola, muitos carros, e pessoas chegavam a todo momento...

O nosso querido amigo Ben, que veio com a Nina, sua esposa, e os alunos da Unidade Moema. E o Alê Lassi, diretor da Unidade Alameda Campinas, que veio com seus instrutores e alunos...

Alunos queridos da Unidade Santos e amigos, que vieram participar... Diego Fassina, Filipe Rito, Narjara...

A sala ficou lotada na hora do grupo de mantras... foi bem legal...

A Diretora da Escola, Instra. Thais Lopes, comandou o grupo de mantras, agradecendo a presença de todos os convidados que vieram prestigiar a nossa festa...

E os convidados assistiram boquiabertos as apresentações de coreografias de SwáSthya Yôga...


Nosso fotógrafo querido Guilherme que clicou tudo...

E seu inseparável sócio Ismael... atentos às melhores fotos... rsrsrs

A galera da Unidade Perdizes de SP...

A galera da Unidade Santana e da Unidade Tatuapé...

Nossos alunos lindos, um "mais que obrigado" pela presença...
e pela super ajuda na organização e arrumação de tudo...
Nátaly Caroline... valeu

Daniel e Cissa, casal nota 10

Lia e sua mama...

Pedro e Lívia, queridíssimos

Nicole Sansone


Bruno Tavares e a namo


Queridos do Tatuapé e Santana

Willian e a galera de Itú


A minha super mãe, amiga de todas as horas

Renatinha da Unidade Itaim


Dr. Wilson


E a Nina, Presidente da Federação de Yôga do Estado de SP, que fez uma super mentalização de pújá para a Unidade Santos, juntamente com todos os demais instrutores


Sem contar com a Galera da Unidade Anália Franco que chegou em 5 carros, com umas 20 pessoas queridas...

Muito bháva nos mantras... muita força, poder e energia...

Marcinha, Nanci, Adelson e Christian



A nossa querida Mônica de Mogi, a Vivi de Santana e o Andy, de Perdizes, que nos brindaram com uma super coreografia de SwáSthya Yôga

A galera ficou bem impressionada

Estela, Robson e Thaion
A Estela colocou um depoimento em nosso orkut logo depois da festa:
Thais querida... amei a festa ontem!!! Diferente de tudo, e a melhor!!! Tô me sentindo muito bem!!! Vcs estão fazendo parte de uma pequena grande mudança na minha vida, habitos, atitudes!!! Em fim...Só tenho à agradecer!!! Obrigada!!!
A Unidade Santos também agradece a força que você deu lá na arrumação da nossa festa! Obrigada linda!

Andy, impressionante...
E a baladinha rolou solta pela noite a fora... bem divertido... Tudo regado a muito guaraná com gengibre... uma festa totalmente clean, sem cigarro, nem álcool, nem drogas, e nem por isso a galera deixou de se divertir intensamente, hehe


Amigos muito muito queridos... guardados lá bem dentro do peito, valeu por terem comparecido

A aluna Elisabeth Pires

Nina querida, que nos brindou com a sua presença


Alunos de Santana

Celinha, celinda, minha monitora


A super Marcinha, vice-presidente da Federação de Yôga do Estado de SP, e Diretora da Unidade Santana... E Jeff, o nosso querido Instrutor e super sócio da Unidade Santos. Dono da Festa!

Monique Tayla, valeu pela ajuda...



Depoimento da Cecília: "Bom queria agradecer a oportunidade de participar dos eventos e aulas da sua escola! Simplesmente amo fazer parte desses momentos!! É sempre maravilhoso e me faz mto bem! Todas as pessoas que conheci lá são especiais! " Deixado no orkut, dia 23/4/9
Valeu Dani, pela presença! Vocês já são de casa!!!

Estela, Thiago e Rob, mão na massa!!! Fazendo a festa acontecer!!! E a união faz a força!!!




Sat chakra - Aula de Mentalização - Abril 2009



Sat Chakra, segundo o Léxico de Yôga Antigo (SwáSthya Yôga Kôsha), da professora Lucila Silva:
1. Modalidade de sat sanga em chakra (em círculo). Não confundir com o termo shat chakra, que significa "os seis chakras". É um tipo de chara sádhana, isto é, prática feita em círculo.
Realizado na nossa unidade toda terceira quarta-feira do mês, às 21h horas, e em todas as unidades, e as escolas do mundo que trabalham com o SwáSthya Yôga.


O Sat Chakra é uma prática em que os yôgins, em número mínimo de seis pessoas, semtan-se, formando um círculo, no qual vão executar seis angas, a saber: (1) captação de energia, através de pránáyáma, bombeando a energia do ar para dentro do organismo e o prána para os chakras; (2) equalização da energia, através de mantra, realizando os mesmos mantras, ao mesmo tempo, no mesmo volume e no mesmo ritmo;




(3) dinamização da energia, pelas palmas, ao atritar os 35 chakras que possuímos em cada mão; (4) circulação da energia, dando-se as mãos e fechando a corrente; (5) projeção da energia, por mentalização e/ou imposição de mãos; (6) filtro contra retorno kármico; através de mentalização específica.


Uma prática estremamente prazerosa e diferente.
Aqui você encontra seus amigos e aprende a mentalizar coisas positivas para a sua vida.
Importante lembrar que o nosso método de yôga não é místico. E todas as pessoas que frequentam a escola podem participar.


Coloque na sua agenda esta data. Frequente esta atividade cultural.


O Espaço Cultural de Yôga Antigo fica muito contente com a sua presença.



Camila Lopes e Thaion Lopes. Os nossos queridos estagiários e futuros instrutores.









Venha fazer parte desta família! A grande família do SwáSthya Yôga.


Flores e frutas para enfeitar a nossa aula.





Até a próxima!
Na terceira quarta-feira do mês de maio.
Dia 20/05/09
À partir das 21h.
Aguardamos você!

Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

Aulas Abertas na Barraca de Praia do canal 6 em Santos

Agora os seus fins de semana, não serão mais os mesmos...

Todos os sábados às 17h.
Aulas abertas nas prais de Santos.
É gratuito.
Venha participar!
Na barraca de praia da Associação dos Atletas Solidários.


Instrutora Thais Lopes

Aluno Adelson Baracho


Galera da Praia





Hummm... Delícia praticar bem em frente ao mar...


Força, Poder e Energia!

Aguardamos você!!! E até o próximo sábado, hehe!








Segunda-feira, 30 de Março de 2009

Primeiro Grande Encontro:

Grande Encontro:

(Atividade Cultural aberta para alunos, convidados
e instrutores de outras Unidades)

Sempre no último sábado do mês
Grupo de mantras (Sat Sanga):

Segundo o Mestre DeRose, codificador do SwáSthya Yôga e uma das maiores autoridades mundiais em Yôga, mantras são vocalizações de sons e ultrasons.
Mantra, então, é um conjunto de sons que exerce um determinado efeito naquele que o vocaliza e possui uma enorme gama de atuações no nosso corpo. Podem ser utilizados para ativar, sedar, energizar, serenar, catalisar, limpar, purificar; podem melhorar a voz, a respiração, o sono, a atenção, a memória, a concentração, a meditação, desenvolver os chakras, despertar a kundaliní, alterar a consciência, melhorar a saúde entre outras coisas.






Gourmet Vegetariano:

Sabores, cores, aromas. Um universo sensorial se apresenta na degustação de uma nova combinação de especiarias. Muitas vezes, para transformar o simples no sofisticado, o insosso no manjar dos deuses, não precisa ser um mago ou um renomado gourmet. Uma porta para novas experiências degustativas. Os pratos são deliciosos, alguns de uma simplicidade exótica, de fácil execução. Mas o Gourmet Vegetariano não se restringe à apresentação de arte culinária. E sim, na formação de um novo olhar gastronômico, para ampliar a sua qualidade de vida e desenvolvimento no Yôga. Saber como inovar o seu menu no dia-a-dia, pode significar boas descobertas e agradáveis mudanças no seu bem estar e aparência física. Enriquecer a alimentação e optar por um jeito mais saudável de viver representa energia adicional para desempenhar melhor suas tarefas diárias, rumo às conquistas de suas metas.

Freqüente as atividades oferecidas pela Unidade Santos!

Faça novos amigos!

Traga seus amigos legais para participarem.

E divirta-se com um novo universo de conhecimento.




No escurinho do cinema...


Filminho com projeção!!!


Yôgacine:

Não se trata de uma simples sessão de cinema para congregar os alunos. O Yôgacine é uma atividade cultural que faz parte do currículo do curso básico de SwáSthya Yôga.
Não exibimos qualquer filme, e sim somente filmes recomendados, com mensagens e conteúdos pedagógicos.













Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Fotos do Sat Chakra - Nossa aula mensal de Mentalização














































Sábado, 21 de Fevereiro de 2009

Já inauguramos!!!




























Nossa casa nova está pronta!
Aguardo você para conhecer a nossa nova Escola!

Espaço Cultural de Yôga Antigo
Rua Dr. Acácio Nogueira, 16.
Canal 4 - Boqueirão
Tel: 3284-1020
thais.lopes@uni-yoga.org


Um Abração.
E até lá.

Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2009

Neste Verão começaram as aulas abertas nas praias de Santos

Equipe Unidade Santos
Robson Santos, Camila Lopes, Jefferson Greco, Thais Lopes
Camila Lopes


Robson Santos


Camila Lopes e Thais Lopes


Jefferson Greco e Robson Santos

Robson Santos

Jefferson Greco

Instrutor Jefferson Greco e Instrutora Thais Lopes

E o SwáSthya Yôga invadiu as praias de Santos/SP.

Brincadeiras no Leãozinho da praia, rs.



Aulas de SwáSthya Yôga nas Praias de Santos

Neste verão o SwáSthya Yôga estava presente nas praias de Santos!
Instrutor Jefferson Grecco

Sexta-feira, 11 de Julho de 2008

Yôga Antigo em Santos/SP



As aulas de SwáSthya Yôga, o Yôga Antigo, já começaram em Santos!

Agende uma aula experimental gratuita!

Mude o mundo e comece por você!

Yôga é 10 porque te dá energia, consciência corporal, alongamento, vitalidade e bem estar.
Yôga é mais que uma técnica, é atitude. Não é apenas fazer uma aula com hora marcada, mas sim aprender a aproveitar plenamente o momento. E como é difícil aproveitar o momento! Aprender a olhar para dentro, tomar consciência, desenvolver energia e foco é parte do Yôga.
Mas é o somatório de tudo isso que faz a diferença. Respirar amplamente, sentar de maneira correta, andar com boa postura, alimentar-se de forma saudável e dormir direito são conseqüências secundárias.
Viver de maneira mais consciente é a grande conquista. Yôga é cultura, é consciência, é respeito, Yôga é 10.

Esportistas

Você deseja aumentar seu desempenho nos esportes e reduzir o risco de lesões?
O número de esportistas que praticam Yôga cresce a cada ano.
O Yôga através dos respiratórios conscientes e outras técnicas, contribui para a redução do desgaste das competições e ajuda a manter a mente mais focada. Grandes campeões como Rickson Gracie, Tiger Woods, Guga, Vênus Willians, e muitos outros aprenderam a integrar os efeitos do Yôga ao seu esporte predileto.

Artistas


Você sabia que a Top Model Gisele Bunchen pratica Yôga para aumentar a qualidade de vida e aliviar o stress?
O stress do dia a dia vai nos consumindo aos poucos. O que algumas pessoas não sabem é que a prática de Yôga contribui para administrar melhor o estresse aumentando a sua energia. O corpo disposto e vitalizado pela prática do Yôga fica muito menos vulnerável.
Modelos, Artistas e Apresentadores já descobriram a satisfação da prática do Yôga em sua vida.
Venha descobrir você também.

Executivos


Você sabia que a revista Forbes recomendou recentemente a prática de Yôga a executivos para manterem a forma e uma mente mais focada?
Administrar o stress é muito importante na vida de um executivo, ter uma mente mais focada também é imprescindível. Todos os dias recebemos milhares de informações que desviam a nossa atenção e roubam o nosso tempo. Uma mente bem treinada para a concentração é um diferencial e tanto para um mercado cada vez mais competitivo.
Executivos das principais empresas do mundo têm praticado essas técnicas com o intuito de maximizar suas potencialidades, por saberem que conhecendo-se melhor obterão invariavelmente mais resultados.
Profundo? Venha fazer uma aula e descubra muito mais sobre os seus potenciais.

Estudantes


Você sabia que algumas escolas de Boston, a região que abriga as melhores universidades do mundo, estão incluindo o Yôga como parte de seu currículum?
Muitas escolas do mundo já incluíram o Yôga como disciplina em seus currículos. Recentemente as escolas da região de Boston, famosa por abrigar Universidades como Harvard, Boston University e M.I.T., que formaram gênios como Bill Gates e Paul Allen, também aderiram ao Yôga.
Alunos que praticam Yôga são geralmente mais focados e estudos comprovam sua eficiência na ansiedade antes de exames, e no aumento das atividades cerebrais.
A aula de Yôga pode contribuir com todas as outras aulas que você faz.


INCLUA SWÁSTHYA YÔGA NO SEU ESPAÇO!


- Aulas Personalizadas de SwáSthya Yôga



Foi pensando na sua praticidade, e na falta de tempo da correria do dia-a-dia que desenvolvemos um programa específico para aulas particulares. Com toda privacidade, você pode optar por fazer aulas individualizadas na sua casa, ou em qualquer outro local de sua preferência. Sua empresa ou até mesmo na praia. Uma das vantagens deste tipo de trabalho é receber uma atenção diferenciada do instrutor, que direcionará as práticas de acordo com seus objetivos. Seu biotipo, limitações e ambições. Para maior conforto do futuro aluno, há a possibilidade de se agendar uma aula experimental a fim de se conhecer a mecânica do método, o instrutor e sua didática.



- Aulas em Academias e Empresas



"160 bilhões de dólares são gastos, anualmente, pelas empresas em todo o mundo, com despesas médicas, hospitalares, indenizações, horas de trabalho perdidas e substituição de pessoal".



- Quem somos nós



Nós somos a Rede De Rose, que engloba a Primeira Universidade de Yôga do Brasil, divisão da União Nacional de Yôga, a maior empresa de Yôga técnico do mundo, com mais de 30 anos no Brasil. Temos hoje 50.000 alunos distribuídos por 205 Unidades em todo o país, 32 no Mercosul e 20 na Europa. Fomos considerados a quarta maior empresa de franchising pela revista Exame. Constituímos uma das mais antigas redes de franquia do país. Para conhecer-nos melhor, queira visitar o nosso site: http://www.uni-yoga.org.br/.

- Nossos instrutores


Garantimos a excelência técnica dos nossos instrutores. Os profissionais que formamos têm certificado de habilitação em Yôga expedido por uma Universidade Federal, Estadual ou Católica. São avaliados e revalidados anualmente pela Federação de Yôga do Estado. Quase todos estão na faixa dos 20 aos 30 anos de idade. Depois disso, tornam-se empresários, abrindo suas próprias franquias.

- Nosso público


Somos especializados em público jovem e dinâmico, e nossas técnicas, apesar de biológicas, são bastante fortes. O perfil do nosso praticante é o de jovens empresários, executivos, artistas, universitários, desportistas e modelos. Em pouco tempo passam a ter seus corpos esculturados e um domínio absoluto do stress.




- Nosso método de Yôga


O Swásthya Yôga possui uma variedade de técnicas que, sem ser atividade física nem desportiva, contribui para conferir uma performance superior em qualquer esporte, dança ou artes marciais. E ainda garante uma proverbial flexibilidade articular e muscular, obtidas mediante a eliminação de tensões localizadas, bem como a conscientização de grupos musculares e permanências maiores no ponto culminante de solicitação.


- Nossa proposta de parceria



Propomos um contrato de seu Espaço com a nossa Rede, mediante o qual forneceremos a terceirização de instrutores sem vínculo empregatício, o que é bastante conveniente para todos. Os instrutores são mais do que autônomos: são pré-empresários, que já têm uma infra-estrutura de personalidade jurídica, oferecendo, assim, máxima segurança para vocês e para nós. Desejando mais esclarecimentos, solicitamos que entre em contato conosco no Espaço Cultural de Yôga Antigo, no telefone 13 3284-1020.


- Swásthya Yôga para qualidade de vida e administração do stress


Nossa proposta, através da prática de técnicas do Swásthya Yôga, é proporcionar dentre outras coisas, uma melhor administração do stress, melhoria da postura corporal, alongamento e flexibilidade geral do corpo, reeducação respiratória, maior coordenação motora e consciência corporal, melhor relacionamento interpessoal, incremento da saúde com dinamismo e criatividade, eclodindo em um aumento da produtividade e qualidade de vida.











O poder de mudança dentro de nós



Hoje sou instrutora de SwáSthya Yôga, e como é bom respirar fundo e me conscientizar disto! Como é bom gostar do que se faz... Isso sim, não tem preço...

Em casa, quando tenho tempo sobrando... estudo... SwáSthya Yôga...

No final de semana, quando deveria descansar... trabalho... pensando como melhorar cada vez mais...

A cada segundo, "quando paro para não pensar", se mesmo assim os pensamentos teimam em vir à mente, o pensamento é: sobre SwáSthya Yôga. Inevitável! rs

E quando penso no tamanho da minha responsabilidade... em sentar à frente de uma turma de rostinhos ansiosos, e ministrar um Sádhana (Prática), percebo quanto posso interferir na vida destas pessoas, no Karma dos meus queridos alunos. Cada olhar, cada gesto de carinho e respeito, cada pergunta consciente deles, e a grande responsabilidade de esclarecer uma filosofia ancestral. De criar uma linha no tempo, de mais de 5000 anos, entre Shiva (Criador Mitológico do Yôga) e eu. Dois seres-humanos simples. Em épocas diferentes. Cheios de virtudes e defeitos. Mas com uma qualidade maior entre todas: o desejo de mudança. E a continuidade de uma missão. O Yôga. Assim como Shiva, com seu carácter de destruidor, que através da dança do Universo destrói para reconstruir, dentro de uma aula, como instrutora de SwáSthya Yôga, destruo velhos hábitos ruins, velhos paradigmas, velhas prisões sociais a que estamos acorrentados e mostro aos meus alunos o quanto podemos ser "mais". Termos uma chance. Uma nova história de vida para ser criada. Evoluir.


Tenho muito que agradecer aos meus instrutores nesta vida. Instrutor Fábio Euksuzian, que tanto me ensinou, e fez que eu conhecesse esta filosofia milenar, a minha monitora Célia Berlin, que me acompanha, sempre disposta a novos ensinamentos. E ao meu mestre Querido, Mestre DeRose. Como é bom ter tão próximos pessoas tão amigas, dispostas a ensinar! Porque certamente como eu sinto, estas pessoas também amam o que fazem. E mais ainda, também se sentem responsáveis pela grande mudança do meu Karma. E através de mim, assim por diante. E a cada instrutor que eu formar, continuarei esta missão. Que se processará novamente, modificando para melhor novas pessoas, dando continuidade à nossa família, formando novos instrutores, que terão este mesmo sentimento.

É muita responsabilidade!!!

Ter nas mãos ferramentas tão transformadoras!!!

E como isso é bom!


"Yôga é uma filosofia perfeita, exercida por pessoas imperfeitas" (Mestre DeRose)




Mecânica pela qual os efeitos do SwáSthya Yôga se processam:


- Os mantras ajudam a obter o aquietamento das ondas mentais para conquistar uma boa concentração e meditação.

- Os pránáyámas fornecem uma cota extra de energia vital, aumentam a capacidade pulmonar, controlam as emoções, permitem o contato do consciente com o inconsciente e ajudam a conseguir o domínio da musculatura lisa.

- Os kriyás promovem a higiene interna das mucosas do estômago, dos intestinos, do seio maxilar, dos brônquios, das conjuntivites, etc.

- Os ásanas regulam o peso por estimulação da tireóide, oxigenação cerebral pelas posições invertidas, consciência corporal, coordenação motora e alongamento muscular que auxiliará os esportes.

- Os bandhas prestam um massageamento aos plexos nervosos, glândulas endócrinas e órgãos internos.

- Yôganidrá é o método de descontração que auxilia a todos os anteriores e, juntamente com as demais partes da prática implode o stress. Na verdade, relaxamento é a parte menos relevante do Yôga, a menor e a menos importante. Em seu conjunto, o Yôga não relaxa: energiza!

- Samyama (concentração, meditação e outros estados mais profundos) proporciona a megalucidez e o autoconhecimento.Estes efeitos, e muitos outros são simples conseqüência das técnicas. Ocorrem como resultado natural de estarmos exercitando uma filosofia de vida saudável. Se aprendermos a respirar melhor, descontrair melhor, dormir melhor, comer melhor, excretar melhor, fazer exercícios moderados e manifestar uma sexualidade melhor, os frutos só podem ser o aumento da saúde.
Poesia

O SwáSthya Yôga como arte pura

Completo

Quero arte em minhas mãos
Quero arte em meu corpo
Quero vivências, intuição
Quero uma vida com escopo

Revoltos na história do Tantra
Quero falar, comunicar,
Mudrá, pújá, mantra
Vocalizar, entoar

Pránáyáma, kriyá, ásana
Yôganidrá e samyáma
Tão completo, tão SwáSthya
Tão perfeito, quem não ama?

Quero dançar freneticamente como Shiva
Quero explodir de tanta emoção
Natarája, natarája
Pura arte do coração



Thais Lopes

O SwáSthya Yôga Como Arte Pura

Chá da Amizade na Casa da Fazenda_Morumbi_SP

Instrutora Thais Lopes


SwáSthya Yôga

“O Yôga é uma filosofia perfeita
exercitada por pessoas imperfeitas.”
(Mestre DeRose)

SwáSthya, em sânscrito, significa auto-suficiência, saúde, bem estar, conforto e satisfação. Justamente por ser um Yôga auto-suficiente, nele já está incutida toda a forma de arte.
SwáSthya Yôga é o nome da sistematização do Yôga Antigo, pré-clássico, ultra-integral, o Yôga mais completo do mundo, baseado em raízes muito antigas Dakshinacharatantrika-Niríshwarasámkhya Yôga. Noutras palavras é próprio Yôga pré-clássico surgido a mais de 5000 anos. E codificado no século passado pelo Mestre DeRose.
Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao Samádhi.

O SwáSthya Yôga tem como principais características:

- Sua prática extremamente completa, integrada por oito modalidades de técnicas;
- A codificação das regras gerais;
- Resgate do conceito arcaico de seqüências encadeadas sem repetição;
- Direcionamento a pessoas especiais, que nasceram para o SwáSthya Yôga;
- Valorização do sentimento gregário;
- Seriedade Superlativa;
- Alegria Sincera;
- Lealdade Inquebrantável.

O Ashtánga Sádhana “prática em oito partes” é composto por:

- Mudrá (Linguagem Gestual);
- Pújá (Trânsito Energético);
- Mantra (Vocalização de sons e ultra-sons);
-Pránáyáma (Expansão da Bio-Energia);
-Kriyá (Atividade de Purificação das Mucosas);
-Ásana (Técnica Corporal);
-Yôganidrá (Técnica de Descontração);
-Samyama (Concentração, Meditação e Hiperconsciência).

Falaremos detalhadamente sobre elas a seguir.

“O Yôga não visa resolver as mazelas do trivial diário
e sim a grande equação cósmica da evolução.”
(Mestre DeRose)

Mudrá; Pújá


Mudrá

Gesto Reflexológico, simbólico e magnético feito com as mãos.

“A mão que esclarece
Na arte que sublima
Na mão transparece
O desejo, o clima

O efeito inconsciente
Coletivo, resistente
Arquétipos, sentimento
Vivencie este momento.”

Mudrá é a linguagem gestual do Yôga, designa todos os gestos feitos com as mãos. Sua tradução literal é o gesto, selo ou senha. Os mudrás tem sua origem na ancestral tradição tântrika, atuam por associação neurológica e condicionamento reflexológico e desencadeiam estados de consciência e fisiológicos.
Mudrá é a parte do Yôga que estuda e aplica os efeitos dos gestos sobre o psiquismo e, por conseqüência, sobre o corpo físico.
Os gestos feitos com as mãos, mudrás, representam a arte em forma de uma dança, um bailado, expressão pura, nos conectando com nós mesmos, nossos arquétipos, nosso inconsciente.






Mestre DeRose e Instrutora Thais Lopes


Respeito, Gratidão, Admiração, Carinho e Amizade. Palavras que definem meus sentimentos pelo meu Mestre, a quem devo meu conhecimento adquirido em anos de SwáSthya Yôga.



Mestre DeRose_Codificador do SwáSthya Yôga


Pújá

Retribuição de energia

“Se Deus é as flores e as árvores
E os montes e Sol e luar
Então acredito nele a toda hora.

Mais se Deus é as árvores e as flores
E os montes e o luar e o Sol
Para que lhe chamo eu Deus?
Chamo-lhe flores e árvores e montes e Sol e luar.”
(Alberto Caieiro)

Pújá pode ter vários significados. Mas para nós do SwáSthya Yôga, significa oferenda, honra, retribuição de energia ou força interior. Pois somos de uma linha Sámkhya, mas precisamente Niríshwarasámkhya, portanto naturalistas como ilustra o poema acima de Alberto Caieiro (Fernando Pessoa).
Pújá é uma forma de arte, pois você se utiliza de muita imaginação para demonstrar seu carinho ao criador mitológico do Yôga, Shiva, ao seu Mestre, Instrutor de Yôga, ou local de prática. E também muito sentimento.
Divide-se em:
- báhya pújá: externo, expresso com oferendas materiais. (Tradicionalmente, frutas, flores, tecidos, insenso e dinheiro); Mas deve ser feito com sentimento, criatividade.
- manásika pújá: interno, manifestado por meio de mentalizações e atitude interior.
Na prática ortodoxa de SwáSthya Yôga, convencionaram-se quatro segmentos de Pújá. Todo manásika pújá faz-se com profunda concentração. Utilizando visualização de cores, linhas ou jatos de luz. Deve ser feito com sentimento verdadeiro, honesto e intenso.
São eles:
Bhaván Pújá: feito ao local que acolhe os praticantes e que fica impregnado de forças positivas;
Gurú Pújá: feito ao instrutor que ministra a prática em curso, representante de Shiva;
Sat Guru Pújá: feito ao Mestre vivo mais antigo de determinada linhagem.
Shiva Pújá: feito ao próprio criador mitológico do Yôga.
A função do Pújá é estabelecer uma corrente de sintonia entre discípulo e Mestre, realizando o fenômeno dos vasos comunicantes: aquele que tem mais deixa fluir para aquele que tem menos.

Mantra

Cia SwáSthya Yôga de Artes Cênicas

Cia SwáSthya Yôga de Artes Cênicas

Cia SwáSthya Yôga de Artes Cênicas

Cia SwáSthya Yôga de Artes Cênicas




Mantra
Vocalização de sons e ultra-sons

Na prática básica de ády ashtánga sádhana, o mantra é utilizado para aplicar a vibração de ultra sons no desesclerosamento de nadís, que são os meridianos por onde o prána circula em nosso corpo físico e energético. Na maior parte das pessoas tais nadís estão obstruídas por maus costumes alimentares e por emoções pesadas que as entopem da mesma forma que as artérias, dando vazão a uma enorme variedade de sentimentos inferiores, pesados e viscosos.
Os mantra atuam por ressonância. Assim, pessoas comuns passam a ter a capacidade de emitir vibrações que atuem nas áreas mais recôntidas da nossa fisiologia pránica.
Mantra não é música, mas é uma forma de arte das mais belas do Yôga. Não é necessário que os mantras sejam vocalizados de maneira afinada, como uma música, pois se a pronúncia estiver correta seus efeitos serão captados da mesma forma.

Pránáyáma

Amigos queridos da Equipe da Uni-Yôga Itaim SP.
Da esquerda para direita:
Instrutora Beatriz Freitas, Instrutor Rafael Kiss,
Minha Monitora, Instrutora Célia Berlin, Diretora da Uni-Yôga Itaim/SP
e eu, Instrutora Thais Lopes.



Instrutora Célia Berlin - Uni-Yôga Itaim/SP




Pránáyáma
Expansão da bioenergia através de respiratórios

Pránáyáma é respirar com arte, fazer da respiração um ato consciente. Prána significa bioenergia, qualquer energia manisfestada biologicamente.
A respiração deve ser sempre nasal, silenciosa e completa. Feita com a participação da musculatura abdominal, intercostal e toráxica, promovendo um aproveitamento muito maior da capacidade pulmonar. Pode ser feita com ou sem ritmos e bandhas (contrações). Tem como fases:
- púraka, inspiração;
- kúmbhaka, retenção com ar;
- rêchaka, expiração;
- shúnyaka, retenção sem ar.
O ato de respirar por si só já é uma grande forma de expressar arte. Pois integra o ser humano com a energia vital, com a própria natureza.

Kriyá




Kriyá
Atividade de purificação das mucosas

Os Kriyás consistem em uma verdadeira arte de limpar o corpo por dentro e por fora, a alquimia da purificação. Trazer o conceito de “belo” para o corpo físico interno. Pois muitas pessoas acham que estão “limpas”, mas estão na verdade, escondendo delas mesmas impurezas emocionais e físicas internas.
Existem Kriyás secos e úmidos. Seis são os principais, denominados shat karma.
São eles:
- Kapálabhati: significa crânio brilhante. Limpeza do cérebro e dos pulmões.
- Trátaka: limpeza dos globos oculares
- Nauli: limpeza dos intestinos e dos órgãos abdominais.
- Nêti: limpeza das narinas e do seio maxilar.
- Dhauti: limpeza do esôfago e do estômago.
- Basti(vasti): limpeza do reto e do cólon

“Shat Karma são práticas muito poderosas que não podem ser aprendidas por livros ou ensinadas por pessoas inexperientes”
(Hatha Yôga Pradipika)

Além do shat karma que são os principais tipos de Kriyás. Existem vários outros não menos importantes. Para tanto, estes Kriyás devem ser feitos sempre com o acompanhamento de um instrutor formado, pois não são isentos de riscos.
Além das purificações físicas, existe o trabalho de purificação emocional, denominado kama shuddhi.
O Kriyá demonstra uma atitude de auto-conhecimento e de amor próprio, pois a arte de gostar-se é agir em prol de si e de sua estrutura física. Portanto Kriyá também é uma forma de arte.

Ásana




Ásana
Técnica corporal, firme e agradável

Ásana é uma técnica corporal, com respiração coordenada e atitude interior. Precisa ser estético, confortável, estável. Com respiração consciente, profunda (abdominal completa), pausada (ritmada). Deve ter uma atitude interior com localização da cosciência, mentalização de cores, imagens ou sons, e muito bháva (profundo sentimento ou reverência).
Os ásanas, são esculturas feitas com o corpo. Mostram beleza, atitude, força, poder e energia.
Durante os ásanas deve-se ater às regras gerais de execução, são elas:
Regra de respiração coordenada, movimentos para cima são feitos com inspiração e movimentos para baixo com expiração.
Regra de permanência no exercício, para iniciantes, permanecer apenas o tempo que conseguir reter com ou sem ar nos pulmões. Para prática em grupo, usar o bom senso, para a prática de coreografias, apenas um segundo, para a prática em casa, o máximo de permanência.
Regra de repetição, no SwáSthya Yôga quase não usamos repetição. A regra geral é “permanência máxima e repetição mínima”.
Regra de localização de cosciência, localizar a consciência na região mais solicitada pelo exercício.
Regra de mentalização, aplicar imagens, cores e/ou sons na região onde você localiza a consciência.
Regra de ângulo didático, tornar o ásana mais estético e mais didático.
Regra de compensação, compensar todas as anteflexões, retroflexões e lateroflexões.
Regra de segurança, esforçar sem forçar.

Yôganidrá




Yôganidrá
Técnica de descontração

Yôganidrá é o relaxamento final que auxilia o yôgin na assimilação e manifestação dos efeitos produzidos por todos os angas. A eles, soma os próprios efeitos de uma boa descontração muscular e nervosa.
O Yôganidrá aplica a melhor posição para relaxar, a melhor respiração, a melhor inclinação em relação à gravidade, o melhor tipo de som, de iluminação, de cor, de perfume, de indução verbal, e principalmente, muita criatividade do instrutor que faz esta indução. Aí está a arte. Ou seja, em tudo.

Tipos de Relaxamento:
- o relaxamento das cores;
- o relaxamento dos sons;
- o relaxamento da praia;
- o relaxamento da clareira no bosque;
- o relaxamento da gota de orvalho caindo na superfície de um lago sereno;
- o relaxamento da rosa;
- o relaxamento da cachoeira de luz;
- etc.

Todos eles utilizam a mesma base inicial que consiste em um comando de descontração do corpo todo, parte por parte. A base inicial pode induzir a descontração localizando a consciência em cada segmento do corpo, um por um, a fim de desligar todos os pontos de tensão.

Um bom relaxamento é dividido em quatro partes:
- entrada;
- utilização;
- preparação para o retorno;
- retorno gradual e efetivo;
Seguindo todas estas partes, o melhor é desenvolver a criatividade e utilizar-se desta para aperfeiçoar paisagens e outras descrições.

Samyama




Samyama

Concentração, Meditação e Hiperconsciência

“Há metafísica bastante em não pensar em nada.
Que tenho eu meditado sobre Deus e a alma
E sobre a criação do mundo?
Não sei. Para mim, pensar nisso é fechar os olhos
E não pensar.”
(Fernando Pessoa)

Pátañjali afirma em sua obra clássica, o Yôga Sútra (III-4), que samyama é quando ocorrem dhárana, dhyána e samádhi ao mesmo tempo.
Antes da meditação você precisa dominar o dhárana e, antes dele, o pratyáhára. É necessário dominar e transcender cada um para que, de dentro dele, desabroche o seguinte.
Abstração (Pratyáhára), é a abstração de todos os sentidos;
Concentração (Dháraná), é concentrar-se em um yantra ou mantra;
Meditação (Dhyána), é a intuição linear ou supraconsciência. Parada do pensamento.
Assim como durante o dia o Sol eclipsa a sutil luminosidade das estrelas e elas não nos aparecem, da mesma forma cada manifestação mais densa eclipsa as mais sutis. O corpo físico eclipsa o emocional. O emocional eclipsa o mental. E o mental eclipsa o intuicional, onde se processa a verdadeira meditação.
No caso do samyama, a arte, está em não pensar em nada, ter total domínio da sua mente.

Existem basicamente três graus ou métodos de meditação:

- yantra dhyána: meditação de primeiro grau;
- mantra dhyána: meditação de segundo grau;
- tantra dhyána: meditação de terceiro grau, de natureza iniciática:

“Penso 99 vezes e nada descubro.
Deixo de pensar,
mergulho no silêncio,
e a verdade me é revelada.”
(Einstein)

Coreografias


Coreografias

“Só posso crer num Deus que saiba dançar.”
(Nietzsche)

As Coreografias são uma das características mais importantes do SwáSthya Yôga, pura forma de expressar-se com arte.
Todas as aulas são ministradas em formato de coreografia. As passagens de um ásana para outro tornam um ashtánga sádhana belíssimo de se ver. Existem também instrutores que se formam apresentadores de coreografias e inspiram a todos que assistem a praticar o Yôga Antigo, o SwáSthya Yôga.
As coreografias foram resgatadas pelo SwáSthya Yôga, pois era uma estrutura antiga que estava quase perdida.
O súrya namaskara é considerado um dos mais antigos conjuntos de técnicas corporais do Yôga, que remonta aos tempos que o homem adorava ao Sol. O súrya namaskara é a única coreografia ainda existente no acervo do Hatha Yôga moderno, surgido no século XI da era Cristã e perdeu quase toda sua tradição iniciática. Portanto, o que hoje chamamos coreografia, já existia e era uma forma de execução bem arcaica, só que atualmente é pouco conhecida por estar praticamente extinta.
Quanto a parecer dança, não nos esqueçamos que o criador do Yôga foi Shiva, que era um dançarino e foi imortalizado com título de Natarája (rei dos bailarinos).

Shiva


Shiva Natarája Nyása

“Na mitologia da Índia,
o ritmo que atua em todo universo
é simbolizado pela imagem
dançante do Deus Shiva.
A dança é uma manifestação do ritmo.”
(Selvarajan Yesudian)

A dança de Shiva. Arte Pura, retorno às origens. A dança, envolta como uma luta que transforma-se em Yôga. Esta Técnica de Shiva Natarája Nyása promove uma identificação total com as raízes pré-clássicas do Yôga.

A história da origem desta técnica ancestral, conta que certa vez um monge chamado Bôddhi Dharma recebeu uma missão de viajar da Índia até a China para levar o Hinduísmo. Quando estava se preparando para a viagem alguém o lembrou de que, se ele fosse sem escolta militar, simplesmente não chegaria ao destino. Ele precisava transportar dinheiro, tecidos, esculturas e tudo aquilo que os bandidos do deserto desejavam.
O monge considerou que, se levasse uma escolta militar armada com a proposta de matar – o que certamente ocorreria, pois seriam atacados - Estaria sendo incongruente com o princípio de ahimsá (não-agressão). Por mais que fosse em nome de sua defesa, não aceitou e decidiu ir sem escolta. Porém, logo refletiu melhor, sem escolta não chegaria à China, pois o matariam no caminho. Melhor não ir. Mas se não fosse, estaria se apegando à vida. Que tipo de monge era aquele que tinha medo de morrer? Aquilo se transformou num dilema ao qual estava preso, porque cada vez que chegava a uma conclusão surgia uma contrária.
Conta a tradição que. Então, o monge se sentou diante da estátua de Shiva e começou a meditar e jejuar. Ficou ali, meditando e meditando, não se sabe por quantos dias, sempre em jejum e olhando fixamente a imagem de Shiva. Num dado momento teve uma visão, a estátua se movia, estava dançando. E no meio de sua dança convidou o monge, que se levantou e foi dançar com Shiva por tempo indefinido. Ao concluir essa experiência, o monge sentiu-se pronto e soube que estava preparado para empreender a viagem sem escolta militar. Atravessou os desertos e desfiladeiros completamente desarmado.
Naquela época a chegada de uma caravana era motivo de festa. Todos foram recebê-la. Quando viam que não trazia escolta militar, cercaram o monge, ansiosos por saber como havia se defendido no deserto. Ele respondeu que com suas mãos vazias.
A frase ficou tão famosa que ninguém mais estava interessado no Hinduísmo, apenas na técnica que o monge havia usado para se defender. Ele identificou a oportunidade e criou uma arte marcial. Mais tarde quando os chineses invadiram a ilha de Okinawa, os japoneses tomaram a técnica e a aperfeiçoaram, originando uma disciplina denominada mãos vazias: o Karatê.
Mais uma vez uma história do Yôga que ilustra o começo de uma outra arte. Pode ser muito provável que toda forma de arte tenha saído do Yôga através do Inconsciente Coletivo.
O Nyása é uma identificação que produz efeitos parecidos com os das paranormalidades. Essa identificação pode ser feita com um objeto ou criatura, através da assimilação de suas características. Trata-se de um processo de pura aprendizagem, já que aquilo que foi assimilado passará a fazer parte de nosso patrimônio pessoal – até mais que um livro lido.
Particularmente, esta é uma das partes que mais me fascina no Yôga.

Símbolos


Símbolos


A dança de Shiva repesenta destruição, Shiva dança e a matéria ao seu redor dança também. Com seu bailado, mantém o movimento cósmico e logo o destrói, gerando assim, espaço para reconstruir.
Durante todo o Sádhana utilizamos símbolos, através de imagens arquetípicas que atuam no nosso inconsciente coletivo. Mas nem toda imagem arquetípica é um símbolo por si só. Em todo símbolo está sempre presente a imagem arquetípica como fator essencial, mas para construí-lo, a essa imagem, ainda devem juntar-se outros elementos. O símbolo é uma forma extremamente complexa. Nela se reúnem opostos numa síntese que vai além das capacidades de compreensão disponíveis no presente e que ainda não pode ser formulada dentro de conceitos. Inconsciente e Consciente aproximam-se. Assim, o símbolo não é racional, porém as duas coisas ao mesmo tempo. Se é de uma parte acessível à razão, de outra parte lhe escapa para vir fazer vibrar cordas ocultas no inconsciente.
Os símbolos segundo Jung são a expressão de coisas significativas para as quais não há, no momento, simulação mais perfeita.
Exemplo: a imagem da caverna, descrita por Platão, onde homens acorrentados vêem apenas o movimento de sombras sem se darem conta de que desconhecem a verdadeira realidade.
Os símbolos têm vida. Atuam. Alcançam dimensões que o conhecimento racional não pode atingir. Transmitem intuições altamente estimulantes, prenunciadoras de fenômenos ainda desconhecidos, como o sámádhi.

ÔM


O ÔM


ÔM é o símbolo universal do Yôga, para todo mundo, todas as épocas e todos os ramos de Yôga. Entretanto cada escola adota um traçado diferente particular que passa a ser seu emblema.
Pronuncia-se ÔM. Traçado em caracteres, é um yantra e pronunciado é um mantra. Há inúmeras maneiras de pronunciá-lo para se obter diferentes resultados físicos, energéticos, emocionais e outros.
ÔM não tem tradução. Contudo os hindus o consideravam como o próprio nome do absoluto, seu corpo sonoro, devido à sua antiguidade e amplo espectro de efeitos colhidos por quem o vocaliza de forma certa, ou o visualiza com um traçado correto.
Nas escrituras da Índia Antiga o ÔM é considerado como o mais poderoso de todos os mantras. Os outros são considerados aspectos do ÔM e o ÔM é a matriz dos demais mantras. É denominado matrika mantra, ou som matricial.
Ninguém pode negar que o ÔM seja um símbolo muito poderoso. Ele é forte pelo seu traçado yântrico em si, pela sua antiguidade, seus milhares de anos de impregnação no inconsciente coletivo, pelos bilhões de hindus que o usaram e veneraram, geração após geração, durante dezenas de séculos, desde muito antes de Cristo, antes de Buddha, antes da civilização européia existir e, durante esse tempo todo, toda essa gente fortaleceu a egrégora do ÔM!
Evidentemente, portanto com tal símbolo, estabelecemos sintonia com uma corrente de força, poder e energia que é uma das maiores, mais antigas e mais poderosas da Terra. A arte está implícita nos símbolos.

Arquétipos


Arquétipos

Arquétipos são possibilidade herdadas para representar imagens similares, são formas instintivas de imaginar. São matrizes arcaicas onde configurações análogas ou semelhantes tomam forma.
Seja qual for sua origem, o arquétipo funciona como um nódulo de concentração de energia psíquica. Quando essa energia, em estado potencial, se atualiza, toma forma, então teremos a imagem arquetípica.
Nunca nos maravilharemos bastante sem pensarmos neste prodigioso fenômeno que é a formação de imagens interiores.
A noção do arquétipo postulando a existência de uma base psíquica comum a todos os seres humanos, permite compreender porque em lugares e épocas distantes aparecem temas idênticos nos contos de fadas, nos mitos, nos dogmas, nas artes, na filosofia, nas produções do inconsciente coletivo de modo geral – seja nos sonhos de pessoas normais, seja em delírios de loucos.
Quando no mudrá e no pújá nos sintonizamos com os nossos arquétipos, voltamos às origens. Vejamos um exemplo: O tema mítico do eterno retorno. Vamos encontrá-lo profundamente enraizado nas convicções ingênuas de sociedades primitivas, seguras de ocorrerá uma volta aos tempos das origens, era do Yôga Pré-Clássico, era de abundância e felicidade. A mesma idéia está incorporada na cosmogonia hindu, com seus quatro Yugas (Períodos) que se desdobram lenta e incessantemente em ciclos perentes marcados nos seus movimentos de expansão e de declínio por acontecimentos mitológicos sempre idênticos. Ressurge a idéia com os filósofos gregos pré-socráticos Anaximandro e Pitágoras. E Platão estava convicto que as artes e a filosofia inúmeras vezes já se haviam desenvolvido até atingirem seu apogeu para declinarem e extinguirem-se a espera de um recomeço de um novo ciclo.

Mentalização


Mentalização

Durante as técnicas de pránayáma, deve-se fazer mentalizações para que a bioenergia circule melhor pelo sangue. É a parte artística do seu pránáyáma. Deve-se utilizar toda criatividade possível para que o praticante entre em contato com o próprio corpo, através dos condutos respiratórios. Visualizando o prána em cada célula, trazendo saúde e bem estar.
A mentalização deve ser usada em todo o seu sádhana, sem exceção. No mudrá, pújá, mantra, pránáyáma, kriyá. ásana, yoganidrá e samyama.
As técnicas do Yôga se fundem umas com as outras. Tudo isso porque o SwáSthya é um Yôga completo. E todas as suas partes possuem algo artístico.

Inconsciente Coletivo




Inconsciente Coletivo

Corresponde às camadas mais profundas do inconsciente, aos fundamentos estruturais da psique, comuns a todos os homens.
Do mesmo modo que o corpo humano apresenta uma anatomia comum, assim também a psique possui um substrato comum. Jung chamou este substrato de inconsciente coletivo. Na qualidade de herança comum transcende todas as diferenças de cultura e de atitudes conscientes, mas em disposições latentes para reações idênticas. Assim o inconsciente coletivo é simplesmente a expressão psíquica da identidade da estrutura cerebral, independente de todas as diferenças raciais. As múltiplas linhas de desenvolvimento psíquico partem de um tronco comum cujas raízes se perdem muito longe num passado remoto. Talvez na origem do próprio homem. No Púrusha. Na sua essência. E é diretamente para reencontrar essa essência que o Yôga atua. Para levar o homem ao Sámádhi, o estado de hiper-consciência e megalucidez que só o Yôga proporciona.

Arte


Arte

“Nada existe a que se possa dar o nome Arte.
Existem somente artistas.”
(Gombrich)

Era uma vez homens que apanhavam um punhado de terra colorida e com ela modelavam toscamente as formas de um bisão na parede de uma caverna. Povos primitivos. Chamamos estes povos de “primitivos”, não porque sejam mais simples do que nós, mas por estarem mais próximos do estado em que, num dado momento, emergiu a humanidade. Alguns destes povos criaram na Índia Antiga, o Yôga, a dança, a luta, enfim, variadas formas de expressão a que podemos definir como arte. Hoje encontramos refinadas pinturas, um belíssimo Yôga codificado por um grande artista, diversas danças e lutas, além de muita música, teatro entre outras coisas.
Mas o que é arte realmente? E novamente Gombrich dizia: “Todos gostamos do belo exibido pela natureza e somos gratos aos artistas que o preservam em suas obras.” Para mim arte é simplesmente o fato de existir o artista. Pois, se ele existe e classifica-se como tal, tudo que este escuta, executa, é uma forma de arte-expressão, seja ela externa ou internamente, seja apenas uma tentativa ou plena perfeição. Se for feito com sentimento, dedicação, não precisamos julgar nada, apenas apreciar, pois já será arte.
Muitos danos podem ser causados por aqueles que repudiam e criticam obras de arte por motivos errados. E, ainda mais importante, prova-nos que o que chamamos “obra-de-arte” não é fruto de uma atividade misteriosa, mas objeto feito por seres humanos para seres humanos.
Eu conheço um artista perfeito. Ele conseguiu codificar uma obra que fora perdida no tempo a mais de 5000 anos. E tenho certeza que não só eu, mas muitas pessoas que o conhecem sabem que esse artista realizou algo irretocável, algo que nada pode ser acrescentado, algo que está certo, um exemplo de perfeição em nosso mundo tão imperfeito.

“É fascinante observar um artista esforçando-se
por alcançar o equilíbrio adequado,
mas se lhe perguntássemos por que fez isso e mudou aquilo,
talvez ele fosse incapaz de explicar.
O artista não obedece a regras fixas.
Ele simplesmente intui o caminho a seguir.”
(Gombrich)

Por vezes me pergunto se o erro do artista é acreditar demais na sua obra ou se é ter certeza de que tudo é possível, e levar consigo toda a segurança que o universo pode dar. Mas não, pois a realidade é clara, arte é só arte. E deve ser vista desta forma. O artista não erra, incomoda. Pois a arte também é para isso, incomodar. Se um leigo tentar julgar, acaba por mentir a si mesmo.

“As pessoas gostam de se iludir:
Chamam de verdade à mentira;
compram sonhos e ilusões a qualquer preço,
mas repudiam a realidade com indignação irracional.”
(Mestre DeRose)

Trabalhar com Arte, com vontade

Festival Internacional de Yôga de Saquarema, RJ, 2008
Instrutores do Método DeRose


Trabalhar com Arte, com vontade


Teoria do Flow:


Fazer o que se gosta e com imenso prazer, é o que cada instrutor do SwáSthya preza na sua profissão. A Administração Participativa, método no qual os profissionais da Rede DeRose estão inseridos, é isso. Todos unidos por um mesmo ideal. Acordando todos os dias com vontade para trabalhar. Por muitas vezes com o corpo físico cansado, mas com o emocinal e o mental trabalhando a mil por hora. Com pequenas pausas no seu dia, para, “dar aulas”, a parte mais gostosa da profissão.
Diversas pesquisas apontam como é importante ter prazer para realizar qualquer tipo de trabalho. Vestir a camisa. Deixar que aquilo que se tem que fazer, se torne arte, uma verdadeira obra-de-arte, transformadora, que pode mudar o Karma de muita gente, com imensa responsabilidade social.
Surge um novo conceito em motivação: o flow
Quando muitos acreditavam que tudo já havia sido dito em termos de motivação, surge no cenário acadêmico um novo conceito: a Experiência Máxima, apresentada por Mihaly Csikszentmihalyi no livro Flow: The Psychology of Optimal Experience, traduzido na versão brasileira por Psicologia da Felicidade, título que não retrata a complexidade do tema (CSIKSZENTMIHALYI, 1991, 1992).


Preocupado com aspectos criativos, cognitivos e motivacionais (CSIKSZENTMIHALYI, 1996, 1992), o autor percebeu que o mesmo "estado de espírito extraordinário" encontrado em artistas (o pintor que pinta uma aquarela, por exemplo), também poderia ser encontrado em outras pessoas, trabalhando em atividades "sem atrativos", comuns, "desglamourizadas". A obra de Csikszentmihaliy quer, assim, restituir às pessoas comuns a possibilidade de obter satisfação no dia a dia, não somente através de acontecimentos excepcionais, inesperados e raros.
Em primeiro lugar, o que é chamado aqui de "estado de espírito extraordinário" é o que Csikszentmihalyi chamou da experiência de fluir ou flow. Esse estado ocorre quando o indivíduo, motivado e capacitado para a atividade, sente-se desafiado pela tarefa, concentra-se de forma extrema na sua resolução até o ponto de perda da noção de tempo e emprega ao máximo suas capacidades. Ao mesmo tempo em que realiza grandes esforços, não os percebe como tal, pelo menos no sentido negativo do termo (no sentido de sacrifício, de exaustão), justamente porque os esforços são realizados em direção a suas próprias metas, e não a fim de atender metas alheias. Há uma sensação de controle (da situação e de autocontrole), onde a atividade é o fim em si mesma. A satisfação não se encontra apenas nos resultados, mas no processo como um todo, o que permite, por si só, uma sensação muito mais prolongada e enriquecedora. Essa é, aliás, a origem do termo empregado muitas vezes pelo autor, autotélico. Do grego, auto (por si mesmo) e telos (finalidade), daí a personalidade autotélica, aquela que busca a satisfação independente das circunstâncias, que aprecia o caminho e não somente a chegada. O flow é diferente de apenas sentir prazer. O prazer, embora indispensável à felicidade humana, pode ser considerado como um elemento absorvido passivamente, de caráter fugidio, que não traz lembrança de satisfação e não gera crescimento pessoal. Por outro lado, o flow é duradouro, há sensação de controle dos eventos e crescimento pessoal, advindo a satisfação da superação dos obstáculos. Enquanto o prazer é um importante componente da qualidade de vida, mas não traz felicidade por si só, o flow gera crescimento psicológico e aumenta a complexidade do ser. As diferenças entre prazer e satisfação ficam nítidas quando se pensa nas formas de aproveitamento das capacidades sensoriais. No que se refere ao paladar, por exemplo, pode-se devorar um prato de comida e obter o prazer de saciar a fome ou pode-se saborear lentamente uma refeição requintada, identificando os temperos, ervas, aromas e sabores, ou ainda tentar preparar o próprio alimento, enfrentando os desafios de combinar adequadamente os ingredientes. Para que a experiência de satisfação plena possa ocorrer, necessitamos de um equilíbrio dinâmico entre capacidades e desafios. Alta capacidade e baixo desafio leva ao tédio. Alto desafio e baixa capacidade leva à ansiedade. Segundo o autor, é impossível fazermos por um longo tempo a mesma tarefa, com o mesmo nível de complexidade, sem ficarmos frustrados ou entediados. Logo, o flow está no aumento gradual da complexidade das tarefas, levando a um incremento também gradual de nossas capacidades, ou seja, ao desenvolvimento de nossos potenciais. É a busca por satisfação que nos leva à procura de novos desafios e de oportunidades de realização de nosso potencial (CSIKSZENTMIHALYI, 1996, 1997).


Assim, estariam presentes no flow os seguintes elementos: o desafio, as capacidades para enfrentá-lo, o "perder-se" na tarefa e a satisfação que leva ao esquecer do tempo que passa. Os que alcançam o flow conseguem focar a atenção em atividades ligadas a suas metas, controlam sua realidade subjetiva de forma a libertar-se de recompensas externas inatingíveis e encontram recompensas na atividade atual, a qual se entregam sem reservas, de forma ativa, dedicada e responsável. A personalidade autotélica cria condições de flow, transformando atividades áridas em atividades complexas e reconhece oportunidades de ação onde outros não reconhecem (CSIKSZENTMIHALYI, 1992). A capacidade de "entrar em flow" não se restringe às questões profissionais. É possível passar do estado do puro tédio à experiência do flow nas áreas familiar, social, cultural e até mesmo no lazer. Para tanto, necessitamos estar conscientes de que a satisfação não ocorre de forma casual, para alguns afortunados que passam por acontecimentos empolgantes. Ao contrário, o flow é resultado de um esforço consciente pela definição de nossas próprias metas, desenvolvimento de potencial, busca constante de recursos internos, menor dependência de fontes externas de gratificação e identificação clara do que é nosso interesse e do que é interesse alheio. Como se vê, a busca do flow não é uma tarefa fácil. É, porém, compensadora para aqueles que a experimentam.
O SwáSthya Yôga e a Teoria do Flow
É possível fazer uma aproximação entre a teoria do Flow e alguns conceitos apresentados pelo DeRose na nossa forma de trabalhar.
O Yôga é uma filosofia de mais de 5000 anos. E hoje surgem diversas teorias “inovadoras” como esta, que buscam associar qualidade de vida, prazer em trabalhar e executar tarefas do dia a dia. Mas devemos perceber, que esta forma de trabalho através do Yôga, faz com que um fluxo perfeito se instaure entre a União Nacional De Yôga, Federações Estaduais de Yôga, Conselho Administrativo da Uni-Yôga, Diretores de Unidades, Instrutores, e alunos em formação. Haja visto que a Uni-Yôga é uma das marcas que mais cresce no país. E para nós, entrar em “flow” nada mais é do que utilizar-se do nosso corpo intuicional, que será desenvolvido através do SwáSthya Yôga. Ouvir nossa “voz interior”, sem fazer esforço algum para isso. Apenas deixando fluir. Treinamentos estes, que fazemos durante o samyama, nosso oitavo anga da prática de SwáSthya Yôga ortodoxo.


Uma vez que isto [porque as pessoas se conduzem de determinada maneira nas organizações] é compreendido , torna-se fácil predizer e controlar a conduta humana. Previsões e controle de conduta são conseqüências do conhecimento. Freqüentemente administradores e cientistas tentam tomar atalhos, indo diretamente à previsão e ao controle (ARGYRIS, 1957, p. 18).



SwáSthya Yôga Como Arte Pura

Como observamos nos capítulos acima, o SwáSthya Yôga, é tão completo em tudo que está envolvido, que podemos defini-lo como a mais verdadeira forma de arte. A mais ancestral de todas. Criada desde os primórdios da humanidade. Há mais de 5000 anos na Índia Antiga. E que graças ao Mestre DeRose, podemos acessá-la neste século. E observar um crescimento maior a cada dia das pessoas que também querem ter esta preciosidade em suas vidas.
Tudo está interligado.
Para se atingir determinados estados que se dizem artísticos, precisamos acessar nosso veículo intuicional. E é através do SwáSthya que iremos ter consciência suficiente para fazê-lo. E por que não, irmos ainda mais longe?
A meta do Yôga, é a hiperconsciência, o Samádhi. E é nesta busca, procurando atingir este estado especial, esta essência, que inconscientemente todos os artistas estão. E todos os seres humanos especiais, sensíveis, arrojados e dinâmicos também. Que não se contentam em permanecer num mesmo patamar durante uma vida inteira, que almejam sua evolução.
Por isso devemos entender o SwáSthya Yôga, como uma forma de arte perfeita. E respeitá-lo ainda mais por isso.